quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Vintage



Sou da opinião de que em matéria de bateria, a coisa do "vintage" não se aplica muito. A bateria é um dos instrumentos, assim como os teclados, que mais evoluiu com o passar das décadas. Ao contrário das guitarras, baixos e amplificadores, que quanto mais velho, melhor. É incrível a quantidade de inovação que a cada ano a NAMM ( feira mais popular de instrumentos do mundo, realizada nos Estados Unidos ) nos apresenta. É muito raro e difícil tocar numa bateria muito antiga e tirar dela um baita, som sem mexer em peles, esteira, pedestais, etc. É como um carro de museu. É bonito de ser ver, mas pra andar é outra história.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

NESTA QUINTA-FEIRA TEM

PORRADA NELES


Seguem ai algumas fotinhos com os novos pratos Soultone. São excelentes, bem construídos, tem uma textura diferenciada e o som é algo que nunca ouvi em pratos, meio "meloso" se é que dá pra dizer isso. Mas o que mais impressiona é o volume de som que sai deles, quando a pauleira aumenta. Não é necesseario espancar o instrumento, pois o som se projeta naturalmente. Não sei porque, mas de uns tempos pra cá, todo mundo no ensaio está usando protetor de ouvido. 


terça-feira, 9 de novembro de 2010

Soultone Cymbals. Você ainda vai ouvir falar deles.


Acabo de me tornar edorser de uma nova marca de pratos, a Soultone Cymbals. Pra quem não sabe, o endorsement é uma espécie de "ser o embaixador" de uma marca, onde o músico com seu talento ou grande exposição, confere credibilidade a uma marca. No caso da Solutone, fiquei muito impressionado com o som dos pratos. Realmete diferentes de tudo que já ouviu. E quem lê esse blog sabe do quanto eu sou chato para com a qualidade dos instrumentos. Quem os representa aqui no Brasil é a Sonotec, de Presidente Prudente. Dê uma olhada nos pratos, tá cheio de videos com eles no You Tube, escute e veja quem os toca e tire suas conclusões. Eu tirei as minhas.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O problema são os crashes


O problema da indústria nacional de pratos para bateria são os crashes. São umas panelas! Os pratos de condução até dá pra levar, hi-hats são uma questão de textura musical ( daqui a pouco um hi-hat velho e quebrado tem um som que você procura), os splahes são menores, mais difíceis de errar e no meio da confusão, passa.
Mas um crash não tem como disfarçar. O som salta no meio do todo e ai tem que ser bom. O teste definitivo sobre o material, o melting, as marteladas, o bronze e a procedência se dá aí. E , sinceramente, os turcos levam grande vantagem.
Então se eu pudesse dar um recado para a industria nacional (que pretensão), era esse: caprichem nos crashes.

BAIXA QUE É BOM

QUEM MANDA NA BATERIA SÃO ELES

Você pode falar o que quiser, pode discordar, pode dizer que não é verdade, pode achar que eu tô exagerando ou ando mal informado. Mas não existe ninguém melhor na bateria moderna do que os bateristas de igreja americanos, em especial os bateristas negros do chamado gospel. Parece que eles já nasceram para isso, para tocarem na igreja e depois acompanharem as Beyonces da vida.
Há algo ali de mágico, de DNA, que a gente não encontra em outro lugar do mundo. Talvez o ambiente, a pobreza, a oportunidade que as igrejas dão, o tempo livre. Enfim, you named it.
Mas é muito diferente ver um cara do gospel americano tocar e um braquela qualquer tocar.
Água pro vinho.
Eles é que mandam nos chops, nas levadas, nas síncopes, na independências, do double-bass. Não tem pra ninguém. Pode botar o Thomas Lang, que não leva. Mesmo.
Duvida? Olha isso:
http://www.youtube.com/watch?v=6XdJtw-qEtY&p=02761E981252E8F1&index=36&playnext=3
E mais isso
http://www.youtube.com/watch?v=XT_Y5EARSHg&p=02761E981252E8F1&index=35&playnext=2
E tome isso
http://www.youtube.com/watch?v=TyBXxtRE6g0&p=02761E981252E8F1&index=38